LUA FOI O MAIS VOTADO ENTRE OS QUE NÃO VOTAM?

 

ter., 11 de outubro de 2022 2:05 PM
Neste artigo:
Jair Bolsonaro
Capitão reformado, político e 38º presidente do Brasil
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A campanha de Jair Bolsonaro (PL) usou mais da metade do seu tempo no horário eleitoral da televisão desta terça-feira (11) para atacar o candidato do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os bolsonaristas divulgaram dados de sites regionais e um relatório de urnas do Presídio de Tremembé, em São Paulo, para dizer que o petista foi o mais votado entre presos do país. Não foi apresentado, porém, um relatório consolidado dos votos de todas as cadeias do Brasil.

A Constituição Federal prevê o direito ao voto para o preso sem sentença final. Somente a condenação criminal definitiva suspende os seus direitos políticos.

Na peça de propaganda, a campanha do presidente exibiu uma fala editada em que Lula cita uma conversa com os sequestradores do empresário Abílio Diniz. Em outro trecho, o ex-presidente afirma que não pode ver jovem "assassinado pela polícia, às vezes inocente ou às vezes porque roubou um celular".

A propaganda foi a mais agressiva até agora de Bolsonaro desde o início do segundo turno. O presidente terminou em segundo lugar na eleição de domingo (2), com 43% dos votos contra 48% de Lula.

Líder no primeiro turno, o petista já havia subido o tom na propaganda eleitoral. Levou à TV uma fala em que Bolsonaro diz que quase comeu carne humana.

Então deputado federal, Bolsonaro afirmou em entrevista ao New York Times que só não comeu carne humana de um indígena porque "ninguém quis ir com ele". A propaganda foi retirada do ar após decisão do TSE.

<https://br.noticias.yahoo.com/bolsonaro-sobe-o-tom-na-170500848.html>

 

Presos provisórios poderão votar em 220 seções eleitorais no país
Jovens que cumprem medidas socioeducativas também têm direito a voto
Publicado em 01/10/2022 - 16:48 Por Pedro Rafael Vilela - Brasília

No Brasil, os presos provisórios e os jovens que cumprem medidas socioeducativas podem votar nas eleições, desde que tenham título de eleitor em situação regular. Essa possibilidade é constitucionalmente garantida porque, nesses casos, não há suspensão de direitos políticos. Apenas as pessoas que têm condenação criminal transitada em julgado perdem o direito a voto enquanto durar a pena.

Ao todo, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), existem cerca de 220 locais de votação em unidades prisionais espalhadas pelo país. Nessas seções, estão registrados 14.653 votantes, mas nem todos são presos, uma vez que mesários e funcionários de estabelecimentos penais também costumam estar registrados para votar nesses locais. Também não há anotação específica sobre quantos desses são jovens que cumprem medidas socioeducativas, que são eleitores na faixa etária entre 16 a 21 anos, idade máxima de cumprimento das medidas de internação.


Distrito Federal

Em Brasília, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) finalizou a montagem das seções eleitorais instaladas em estabelecimentos penais e em unidades de internação neste sábado (1º). Serão cinco seções em unidades de menores internos: unidades de internação de Santa Maria, de Planaltina, de Brazlândia, de São Sebastião e do Recanto das Emas. Ao todo, são 215 adolescentes e jovens que cumprem medidas socioeducativas aptos a votar nas referidas seções, além 44 servidores e mesários.

Na unidades prisionais convencionais do DF, foram instaladas três seções eleitorais: Centro de Progressão Penitenciária (CPP), Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF) e Complexo Penitenciário da Papuda. As unidades somam 60 presos aptos e 120 servidores e mesários cadastrados para votar nas referidas seções.
<https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-10/presos-provisorios-poderao-votar-em-220-secoes-eleitorais-no-pais>

 

Vemos aí que o número de presos que podem votar é ínfimo, e não são os bandidos condenados que tem direito a votar, mas os presos provisórios e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas.   E releva lembrar que nem todos os condenados são bandidos.

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