SÃO LÚCIFER

20 de maio

 

20 maio é também o dia de São Lúcifer.

 

"Calma, não se assuste. Esse artigo não vai falar de satanismo! Pelo contrário. Mas é muito curioso que exista um santo com esse nome, não? E existe.

Em função da confusão que o nome traz, parece que nem mesmo a igreja católica gosta muito de falar neste bispo. Coitado, ficou esquecido no tempo e renegado pela fé que professava devido a enorme infelicidade de seu nome. Mas confusão não é o único motivo que leva a igreja a esconder o santo; se essa entidade fosse de fato divulgada, a igreja teria que admitir que o nome Lúcifer, na bíblia atrelado a toda história do mal e carregado de um sentido negativo, não passaria de um nome comum que seria inclusive de um santo da própria igreja.

 

Quem foi Lúcifer, o santo?

Lúcifer ou Lúcifer Calaritano nasceu no séc. IV, na Itália. Foi consagrado bispo de Cagliari na Sardenha e ficou muito conhecido pela sua oposição ferrenha ao arianismo, uma visão cristológica antitrinitariana sustentada pelos seguidores de Ário, presbítero cristão de Alexandria nos tempos da Igreja primitiva. Ário negava a existência da consubstancialidade entre Jesus e Deus, concebendo Cristo como um ser pré-existente e criado, subordinado a Deus e dele filho. Para Ário e os arianistas, Jesus não era Deus e sim um homem que dele descendia, como todos os outros que andavam sobre a Terra. Portanto, para São Lúcifer, Jesus era Deus feito carne, o próprio criador manifesto na matéria.
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"Lúcifer ou Lúcifer Calaritano (em latim: Lucifer Calaritanus; em italiano: San Lucifero) foi um bispo de Cagliari na Sardenha e é um santo cristão conhecido, sobretudo, pelo sua oposição ao arianismo[1].

No Concílio de Milão em 354 defendeu Atanásio de Alexandria e se opôs a arianos poderosos, o que fez o imperador Constâncio II, simpatizante dos arianos, confiná-lo por três dias no palácio. Durante seu confinamento, Lúcifer debateu tão veementemente com o imperador que ele acabou por ser banido, juntamente com Eusébio de Vercelli e Dionísio de Milão, primeiro à Palestina e depois, para Tebas, no Egito. No exílio escreveu duras cartas ao imperador, que o pôs sob o risco de martírio.[1]

<https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%BAcifer_(bispo)>

 

 

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