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MEU ANJO DA GUARDA
-- 26/02/2003 -
Quando eu era pequenino, nem lembro que idade tinha, eu tinha um
anjo da guarda. Mas, quando fui crescendo, ele foi se transformando, até
desaparecer. Todavia, os agentes do mal continuaram a existir.
Minha mãe me ensinava a rezar e dizia que havia o anjo da guarda para nos
proteger.
Eu acreditava tanto no que minha mãe dizia, que chegava até a conversar com o
meu anjo.
E, como gostava muito de correr, eu ouvia também os passos do meu anjo da guarda
correndo atrás de mim.
Entretanto, quando fui crescendo, sem perceber, perdi o contato com o anjo. Já
não falava mais com ele. E o ruído dos passos do meu anjo que eu ouvia quando
corria foram substituídos pelas batidas do meu coração.
Hoje, não tenho anjo, tenho que me defender sozinho. Se me descuidar, sei que
não aparece anjo para defender, mas os agentes malignos que querem me jogar no
buraco existem em abundância.
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