ACORDO DE PAZ DESTRUÍDOS PELA FÉ

 

Em vez de remover montanha, a fé criou montanhas de conflitos que não acabam mais.  Graças a deus, a paz no Oriente Médio está sempre distante.

 

Acordos de paz de Oslo

Os acordos de Oslo foram uma série de acordos na cidade de Oslo, na Noruega, entre o governo de Israel e o Presidente da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Yasser Arafat, mediados pelo presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton. Assinaram acordos que se comprometiam a unir esforços para a realização da paz entre os dois povos. Estes acordos previam o término dos conflitos, a abertura das negociações sobre os territórios ocupados, a retirada de Israel do sul do Líbano e a questão do status de Jerusalém.[1]

Principais pontos dos Acordos

A retirada das forças armadas israelense da Faixa de Gaza e Cisjordânia, assim como o direito dos palestinos ao auto-governo nas zonas governadas pela Autoridade palestina.


O governo palestino duraria cinco anos, de maneira interina, durante os quais o status seria renegociado (a partir de maio de 1996).


Questões referentes a Jerusalém, refugiados, assentamentos israelenses nos territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias, segurança e fronteiras.


O autogoverno seria dividido em:
Área A - controle total pela Autoridade palestina.
Área B - controle civil pela Autoridade palestina e controle militar pelo Exército de Israel.
Área C - controle total pelo Governo de Israel.


Acordo de Paz
Oslo 2


Foi um acordo chave e complexo sobre o futuro da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. Foi assinado em Taba (na península do Sinai, no Egito) por Israel e a OLP em 24 de setembro de 1995 e então quatro dias mais tarde em 28 de setembro de 1995 pelo ministro principal Yitzhak Rabin de Israel e pelo presidente Yasser Arafat da OLP (Organização para a Libertação da Palestina) testemunhado pelo presidente Bill Clinton dos Estados Unidos.

Em 1994, o então primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin, o ministro israelense de relações exteriores Shimon Peres e Yasser Arafat, o presidente da OLP, receberam o Prêmio Nobel da Paz após a assinatura dos acordos,[2] "por seus esforços para criar a paz no Oriente Médio".[3]

<https://pt.wikipedia.org/wiki/Acordos_de_paz_de_Oslo>
 

Os chefes tentaram a paz.  Todavia, a fé na promessa divina de que judeus seriam donos do Oriente Médio, ainda alimentada pelos radicais de direita, destruiu mais uma vez a tentativa de pacificação do Oriente Médio.  "O premiê Itzak Rabin foi assassinado por um radical de direita em Israel no dia 4 de novembro de 1995. Minutos antes, ele havia participado de uma grande manifestação pela paz."

<https://www.dw.com/pt-br/1995-assassinato-de-itzak-rabin/a-666789>

 

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